UGT-AM faz balanço de fim de ano e indica mais luta em 2018

A União Geral dos Trabalhadores do Amazonas (UGT-AM) realizou nesta sexta-feira (15), no auditório do Sindicato dos Bancários do Amazonas (Seeb-AM), reunião onde apresentou o balanço das atividades deste ano e as metas para 2018. Participaram do encontro presidentes de sindicatos filiados à central, sindicalistas, trabalhadores, além de dirigentes ugetistas.

O presidente da UGT-AM, Antonio Mardonio, destacou as atividades da central como as manifestações contra as reformas trabalhista e da Previdência, a Greve Geral no primeiro semestre do ano, as participações em audiências públicas e eventos que deram a oportunidade de a UGT-AM mostrar sua posição em relação às ações do governo Temer, o apoio na instalação de uma unidade da Fundacentro em Manaus e as campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul.

O balanço financeiro também foi apresentado e aprovado em sua totalidade pelos presentes.

Em seguida, Antonio Mardonio abriu o espaço para o pronunciamento dos representantes e presidentes de sindicatos filiados. A tônica do discurso da maioria foi com relação aos prejuízos e perdas de conquistas que as reformas do governo Temer causam ao movimento sindical.

O presidente da UGT-AM afirmou que o ano que está findando foi de muita luta, mas que é preciso união de todos para enfrentar as consequências das reformas que ainda virão.

“Não sabemos se o imposto sindical voltará. Pode ser que volte, mas enquanto isso vamos ter de trabalhar com um orçamento pequeno, pois precisamos manter as nossas ações e atividades em favor das categorias de trabalhadores e do próprio movimento sindical. Não podemos parar, temos um desafio muito grande no próximo ano. Vamos à luta”, disse.

Antonio Mardonio também enfatizou a necessidade de as centrais e os trabalhadores participarem mais da vida política do País, indicando e elegendo candidatos que estejam comprometidos com os interesses de quem produz. E citou o exemplo da Contec que não soube atuar nessa área.

“A Contec, a nossa confederação, infelizmente não soube trabalhar nomes e propor ideias para que nós, os trabalhadores, tivéssemos nossos próprios candidatos. Isso não pode mais acontecer. Temos de participar da política brasileira e eleger candidatos que venham disputar a Câmara Federal para nos representar lá em Brasília, porque é lá no Congresso que são decididas e votadas as leis que vão mexer no nosso dia a dia. Não é deputado estadual nem vereador. São os deputados federais e senadores que podem mudar os rumos do País”, analisou Mardonio.

Várias pessoas que prestaram relevantes serviços à UGT-AM em 2017 foram homenageadas e receberam o Certificado de Honra ao Mérito.

Ao final da reunião, foi oferecido um almoço especial que serviu de confraternização de fim de ano.

Assessoria de Imprensa UGT-AM

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